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sexta-feira, 11 de março de 2011


Porque eis que eu me julgue
Por nenhuma alma me pertencer
Dia frio, calmo e escuro,
Chega a me doer
O que eu ei de fazer?


Um dia despido de cor,
Um sol que não brilha mais por não te ver
Um dia despido,
Despido de amor.
Eloisa Freire

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